Foi reeleito para mais um mandato. Como está a UNITA hoje?
O partido mostrou no último congresso e aconselha-se. Não é muito fácil nos cenários que Angola vive abraçar a pluralidade democrática, abraçar o debate contraditório interno, investir e reafirmar as múltiplas candidaturas. Estou apenas a fazer-lhe aqui uma série de referentes que não são fáceis, mas que são uma opção. Não é uma obrigação, é uma consciência, é uma opção de nós todos, de partirmos para uma campanha aberta.
Foi o que a UNITA fez. Em termos dos nossos estatutos, tínhamos nos estatutos anteriores à convocação a indicação dos primeiros passos para o congresso, seis meses antes. E fizemo-lo com uma reunião da Comissão Política em Maio, que determinou que, nos próximos seis meses, tínhamos que realizar um congresso. Portanto, depois, os órgãos do partido deram andamento a todo um processo de actualização dos regulamentos da realização do congresso, com um debate completamente plural, com teses recolhidas no espaço nacional.
O que nós debatemos no congresso veio da vontade dos membros e do debate no âmbito local, da comuna, do município, da província, e foi, depois, para as comissões do congresso.
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