A oficial superior foi interrogada durante cerca de cinco horas pela juíza de garantias, após ter sido detida no fim-de-semana, por ordem da Procuradoria-Geral da República (PGR) no Bengo, no âmbito das investigações conduzidas pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC).
As autoridades policiais no Bengo asseguram que o processo se encontra sob segredo de justiça.
O Novo Jornal apurou que, após o interrogatório, a juíza de garantias do Tribunal da Comarca do Dande aplicou à oficial superior da DIIP/Bengo a medida de coacção mais gravosa: a prisão preventiva.
Com menos de 100 dias no cargo de directora provincial da DIIP no Bengo, Dilma Anastácio foi detida por existirem, segundo a juíza de garantias, fortes indícios da sua participação num caso de roubo qualificado de mais de 30 milhões de kwanzas.
Sobre o assunto, o Novo Jornal tentou contactar a Direcção-Geral da DIIP, mas, até ao momento, não obteve resposta.
