Este concurso público interno destina-se ao pessoal que já exerce funções nas unidades hospitalares públicas e nas delegações provinciais da Saúde em todo o País, mas que ainda não integra o quadro da Função Pública.
Segundo os despachos conjuntos dos ministérios das Finanças, da Administração do Território e da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, publicados em Diário da República e consultados pelo Novo Jornal, serão preenchidas, no total, 2.595 vagas por estes profissionais internos.
As vagas destinam-se a médicos especialistas, técnicos superiores de diagnóstico e terapeutas de 2.ª classe, técnicos médios de 3.ª classe, condutores de ambulâncias, vigilantes, secretários clínicos, maqueiros e assistentes sociais.
Das 21 províncias do País, 12 terão, cada uma, 20 vagas, destinadas apenas a médicos especialistas. São elas: Cabinda, Bengo, Lunda Norte, Lunda Sul, Malanje, Moxico, Namibe, Cubango, Cunene, Bié, Benguela e Icolo e Bengo.
As províncias do Zaire e do Huambo são as que terão o maior número de vagas, com 439 e 438, respectivamente.
Seguem-se as províncias do Uíge, com 367 vagas, da Huíla, com 361, do Cubango, com 350, do Moxico Leste, com igual número, e do Cuanza Sul, com 348.
A província de Luanda, capital do País, terá apenas 50 vagas para a categoria de médico especialista.
Os despachos conjuntos para a abertura deste concurso público interno estão assinados pelos ministros das Finanças, Vera Daves de Sousa, da Administração do Território, Daniel Félix Neto, e da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, Teresa Rodrigues Dias.
