De acordo com o Sumário da Atividade Comercial no Mercado dos derivados do Petróleo foram adquiridas para comercialização no período em referência 1,1 milhões de toneladas, maioritariamente gasóleo (48%) e gasolina (30,1%).

As quantidades adquiridas durante o III trimestre representaram um crescimento de aproximadamente 8% comparativamente ao trimestre anterior.

No documento refere-se que os combustíveis adquiridos tiveram proveniência 1,5% a Cabgoc - Topping de Cabinda, 24,5% da refinaria de Luanda e 74,0% de importação, para o qual foram gastos cerca de 1,08 mil milhões de dólares.

Na nota salienta-se que "o valor alto das importações deve-se ao aumento generalizado dos preços nos mercados internacionais, fruto do conflito no oriente médio".

O país mantém uma capacidade total instalada de armazenagem de combustíveis em terra de 1,2 milhões de metros cúbicos, dos quais 1,1 metros cúbicos de combustíveis líquidos.

Relativamente ao gás de petróleo liquefeito (GPL), no período em análise foram introduzidas no mercado cerca de 148 mil toneladas métricas de gás de cozinha, das quais 31,8% provenientes da fábrica Angola LNG, 26,4% do Sanha, 6,1% da refinaria de Luanda, 1,8% do Topping de Cabinda e 33,9% de importação.

A importação realizada, realça-se no balanço, foi necessária para compensar a paralisação da fábrica Angola LNG, para manutenção programada no período de 07 de julho a 16 de agosto".

"Em relação ao trimestre anterior, registou-se um ligeiro decréscimo de aproximadamente 6% na aquisição de GPL para o mercado interno", lê-se no documento.

Neste segmento, o país possui uma capacidade instalada de armazenagem em terra de 113.727 TM [toneladas métricas] resultado do incremento associado ao Terminal Oceânico da Barra do Dande.