A militante Maria Antónia Nelumba foi a primeira formalizar a sua recandidatura ao cargo da primeira secretária do MPLA na província do Bengo, tendo submetido 4.000 assinaturas de apoio recolhidas nos 12 municípios.
Para concorrer aos órgãos intermédios, incluindo os comités comunais e municipais, os militantes devem estar em pleno gozo dos seus direitos estatutários e cumprir requisitos de elegibilidade que incluem idoneidade, antiguidade partidária, e a submissão de listas de subscrição de apoio a candidatura.
Para a candidatura ao cargo de presidente do MPLA, os proponentes devem reunir o apoio de pelo menos 5.000 militantes, distribuídos por todas as províncias do País, garantindo base de suporte geograficamente distribuída e representativa da estrutura nacional.
Os restantes níveis exigem entre 1.000 e 2.500 subscritores, estabelecendo escalas diferenciadas conforme a importância e alcance do cargo a ser disputado.
