Numa analise feita na sua página de Facebook, esta sexta-feira, 08, o líder da UNITA sustentou ainda que nenhuma democracia amadurece quando pensar diferente é tratado como ameaça.

"Nenhuma sociedade prospera quando o Estado deixa de servir o povo para servir interesses instalados", escreveu o principal líder da oposição, frisando que o sofrimento do povo angolano não tem cor partidária.

Para o líder da UNITA "a fome não pergunta em quem se votou, o desemprego não escolhe região e a dor das mães nos hospitais, dos jovens sem oportunidades e dos pais sem salário digno é uma dor nacional".

"Por isso, a solução para Angola deve nascer da inclusão, do diálogo e da construção de um Estado verdadeiramente republicano, onde todos tenham espaço e dignidade", defendeu.