Na operação foram detidos quatro cidadãos: três angolanos, um dos quais uma mulher, e um chinês, gerente do estabelecimento.
Segundo o porta-voz do Comando Provincial da PN em Icolo e Bengo, Euler Matari, os indivíduos foram presos por se dedicarem à venda de peixe em mau estado de conservação e impróprio para o consumo humano.
A investigação teve início mediante uma denúncia pública. No local, os agentes confirmaram a existência do alimento estragado a ser comercializado, numa prática que configura atentado à saúde pública.
Os implicados, com idades entre 23 e 47 anos, serão apresentados ao juiz de garantias para responsabilização criminal.
