Greta Thunberg e o Papa Francisco são repetentes das nomeações, assim como o naturalista britânico David Attenborough, um incansável defensor do ambiente, de 95 anos, muitos deles dedicados a prevenir o mundo contra a poluição nos oceanos e sobre o impacto do aquecimento global na biodiversidade nos seus documentários sobre vida selvagem.

A dissidente bielorrussa Svetlana Tikhanouskaia, que se destacou pela sua oposição ao regime de Alexander Lukashenko na Bielorrússia, está igualmente entre os nomeados ao Prémio Nobel da Paz de 2022.

O Governo de Unidade Nacional da Birmânia - formado por opositores do golpe do ano passado - e o ministro dos Negócios Estrangeiros de Tuvalu, Simon Kofe, estão também na lista apresentada, assim como o Papa Francisco, que foi nomeado pelos esforços feitos para alertar para a crise climática e pelo seu reconhecido esforço em defesa da paz mundial. T

A Organização Mundial de Saúde foi nomeada, pelo segundo ano consecutivo, pelo seu trabalho no combate à pandemia de covid-19.

Constam ainda da lista revelada o dissidente russo Alexei Navalny, o Tribunal Penal Internacional de Haia, a WikiLeaks e Chelsea Manning, a NATO, a organização humanitária CARE, o activista iraniano de direitos humanos Masih Alinejad e o Conselho do Árctico, um fórum intergovernamental de cooperação para nações do Árctico.

Milhares de pessoas, desde membros de parlamentos de todo o mundo até ex-vencedores, sugeriram candidatos até segunda-feira, 31 de Janeiro, dia em que encerrou o processo de nomeação. Quanto ao comité norueguês do Nobel, que é quem decide o vencedor, não comenta as indicações.