Num comunicado de imprensa divulgado esta segunda-feira, 20, a UNITA recorda que Angola possui 321 monumentos e sítios classificados como património nacional.
Segundo o principal partido da oposição, este número, porém, está aquém do total do vasto património inventariado, de mais de 1.000 monumentos e sítios identificados, incluindo monumentos coloniais e sítios arqueológicos.
Para o Governo Sombra, o número de bens classificados continua a aumentar através de campanhas de identificação e classificação pelo Instituto Nacional do Património Cultural (INPC), por isso, reafirma a sua posição de defender um maior investimento no sector da cultura para que o processo de classificação, para além de tecnicamente eficiente e eficaz, tenha maior celeridade.
O Governo Sombra sublinha o seu compromisso de contribuir para a promoção dos monumentos e sítios de Angola como factores de construção e consolidação da identidade histórico-cultural nacional.
Entre outros monumento e sítios classificados, destacam-se o Tratado de Simulambuco (Cabinda), a cidade de Mbanza Kongo (Zaire), as Pinturas Rupestres de Kabala (Uíge), o Forte de Cabatuquila (Malanje), a Lagoa Carumbo (Lunda Norte), o Edifício dos CTT (Lunda Sul), a Estação Ferroviária de Caxito (Bengo), a Fortaleza da Muxima (Icolo e Bengo), a Fortaleza de São Pedro da Barra (Luanda), a Fortaleza de Massangano (Kuanza Norte), o Largo dos Pescadores (Cuanza Sul).
Destaca-se ainda a Fortaleza de São Filipe de Benguela (Benguela), as Pedras de Nganda La-Kawe (Huambo), a Embala Ekovongo (Bié), o Forte da Cameia (Moxico), as Pinturas Rupestres de Tchitundu-Hulu (Namibe), a Gruta da Leba (Huíla), o Túmulo do Primeiro Rei dos Mbunza (Kuando) e o Memorial do Rei Mandume ya Ndemufayo (Cunene) como estruturas materiais que preservam a memória, a história e a cultura do País.
