O Presidente do MPLA, João Lourenço, fará a abertura do conclave sob o lema "Mulher Angolana: Unidas para Transformar os Desafios em Conquistas".
O processo preparatório teve início em Maio do ano passado, com a realização de seminários nacionais metodológicos, destinados a uniformizar os procedimentos e capacitar as instâncias de base para os exercícios de balanço e de renovação de mandatos em todo o território nacional.
O Bureau Político do MPLA, que havia aprovado duas candidaturas para o cargo de secretária-geral da OMA, acabou por validar unicamente a da militante Carlota Dias, excluindo Gracieth Dombolo Sungua na última hora, o que surpreendeu muitos militantes do partido.
O congresso deverá definir as linhas estratégicas da OMA para o próximo ciclo, bem como reforçar o papel da mulher na mobilização política e social no seio do MPLA.
A Organização da Mulher Angolana (OMA) foi fundada em 10 de Janeiro de 1962, no Congo Leopoldville (actual RDC), como o braço feminino do MPLA, focada inicialmente na mobilização das mulheres para a luta de libertação nacional.

