Angola acena com a inovação e tecnologia ao serviço da agricultura como um de vários trunfos para chegar à liderança da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), quando o sector que mais produz, com 6,4 milhões de agentes divididos por três milhões e 242 mil explorações agrícolas, continua amarrado ao trabalho manual através de enxadas e catanas.
A falta de soluções tecnológicas na agricultura familiar, dependente das chuvas por força da escassez de sistemas de irrigação, constitui, segundo especialistas consultados pelo Novo Jornal, um factor de estrangulamento, à semelhança das limitações no acesso ao crédito e a meios de produção.
Entre analistas, há consenso quando se diz que a candidata de Angola, a embaixadora e agrónoma Josefa Sacko, reúne aceitação nos corredores das Nações Unidas, mas pode, em sentido contrário, encontrar adversários na realidade do seu próprio País.
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