Segundo a Empresa Pública de Água de Luanda (EPAL), na centralidade do Zango 8 mil, onde as queixas surgiam de todos os lados, a reposição de água começou de forma paulatina na segunda-feira.
Nas demais zonas, como os Zangos 1,2,3 e 4, a reposição começou a ser efectuada de forma gradual e faseada na terça-feira, obedecendo a critérios técnicos operacionais.
O Novo Jornal soube que a situação voltou à normalidade nos Zangos, após dias terríveis devido à falta de água nas torneiras, que criou grandes constrangimentos aos moradores dos Zangos 1 e 2, onde muitos tiverem mesmo de se deslocar ao município vizinho de Viana, em Luanda, à procura de água.
Nas famosas kupapatas, motos de três rodas, um bidon de água de 25 litros era comercializado a 300 kwanzas, contra os 50 kz habituais.
Na Centralidade do Zango 5, também conhecida por Zango 8.000, os morador se queixavam-se de viver dias terríveis, com alguns deles a contaram que para fazerem necessitades fisiológicas nas matas dos arredores.
Quem lucrou com a falta de água no Zango 8.000 foram as kupapatas que comercializaram o bidon de água de 25 litros a 400 kz.
Os Zangos ficaram privados do fornecimento de água da rede pública por três semanas devido a uma ruptura na Estação de Tratamento de Água de Calumbo, que segundo a EPAL, já está resolvida.

