Segundo o Presidente da República, a celeridade processual deve ser assumida como um valor essencial na boa administração da Justiça, acrescentando que "uma Justiça tardia pode equivaler a uma Justiça negada".

Conforme o PR, é preciso que os órgãos de Justiça tornem os processos mais céleres, mais eficientes e mais próximos dos cidadãos.

Para a valorização destas medidas, segundo o Presidente da República, foram formados, em 2025, 490 magistrados judiciais e do Ministério Público, bem como técnicos e operadores de Justiça.

Segundo João Lourenço, os órgãos de Justiça devem cooperar, visto que a cooperação institucional dos órgãos não diminui nenhum deles.

"Pelo contrário, fortalece, melhora a eficácia das instituições e contribui para uma governação mais justa, mais equilibradas e mais eficiente", pediu o Presidente.

O Chefe de Estado exortou, também, a observância das normas deontológicas por parte de todos os operadores do sistema de Justiça.

Segundo o PR, "a função judicial exige uma conduta irrepreensível, disciplina, dedicação, sentido de missão e, acima de tudo, patriotismo".

O Ano Judicial 2026 decorre sob o tema: "justiça, ética, responsabilidade" e reuniu na cerimónia de abertura magistrados judiciais e do Ministério Público, advogados, membros do Executivo e demais convidados.