Enquanto no Kilamba a cobrança das prestações de 2015 e 2016 por parte da Imogestin apresenta resultados positivos - com uma taxa de pagamento de cerca de 62% entre 11.554 notas de cobranças emitidas -, no Sequele as contas estão muito malparadas.
De acordo com Gilberto Monteiro, director para a área comercial da empresa, das 9.908 notificações de dívida distribuídas no Sequele apenas 3% resultaram em pagamento.
Segundo explicou o responsável, citado pela Angop, o prazo para regularização das duas prestações, de 2015 e 2016, é de cinco anos, devendo ser "agregado à prestação dos anos subsequentes".
O processo de cobrança arrancou no início deste ano e, segundo a Imogestin, já permitiu identificar, no Kilamba, mais de 1.200 apartamentos ocupados ilegalmente.
