As zonas da Paviterra e da UAT, no bairro Rocha, município da Maianga, não têm água nas torneiras. A situação, segundo os moradores, é antiga. Para conseguir o líquido precioso, os moradores percorrem, muitas vezes, por quase um quilómetro, ou seja, descem para a Rua do Apetece, perto da estrada que dá acesso às instalações da Força Aérea Nacional, no sentido Padaria-Aeroporto 4 de Fevereiro.
Por altura desta reportagem, ao meio dia de terça-feira, 27, sob sol abrasador, o Novo Jornal encontrou homens, mulheres adolescentes e crianças a acarretar água pelos bidões e cantis a partir da Rua do Apetece para a Paviterra ou UAT.
Domingos Cândido, aparentemente cansado por causa do bidão de 20 litros sobre a cabeça, revela que, quando a água fica difícil na Rua do Apetece, atravessa a via (Avenida 21 de Janeiro), a fim de encontrar soluções. "Triste! É uma distância longa. Às vezes, temos chegado até à estrada ou fazemos a travessia", lamenta, sublinhando que a situação também afecta as crianças.
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