Utentes queixam-se de incumprimento nos horários, falta de segurança e desrespeito de algumas operadoras de transporte interprovincial e pedem melhorias nos serviços. Passageiros ouvidos pelo Novo Jornal relatam que, às vezes, os atrasos chegam a atingir mais de cinco horas e que a situação é recorrente com maior incidência nas transportadoras da Macon, Real Express e Humbo Expresso.
Claudino Rismo revela que a situação é do conhecimento das operadoras. O jovem que se encontrava numa das bases da Macon à data desta reportagem conta que já teve vários constrangimentos decorrentes de viagens fora dos horários previstos. "Uma vez, numa operadora cujo nome prefiro não citar, a viagem estava marcada para as 22h00 e só parti à 1h00 da madrugada. Foi muito constrangedor, porque estive a viajar em missão de serviço", relata, defendendo que as operadoras de transporte deviam pedir desculpas sem divagar sempre que ocorressem situações de atrasos nos seus serviços.
Benedito Alberto, outro passageiro, relata que já teve prejuízos por causa do incumprimento de tempo por parte de uma operadora respeitada no mercado. "Num dia destes, viajava da minha província de origem, Kwanza-Sul, para Luanda. Era para partirmos às 22h00. Fiz os meus cálculos, mas só saímos à 1h00. Quando cá cheguei, cansado, fui ao local de trabalho atrasado", recorda.
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